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Sob a ótica terapêutica: o tarô (Reflexões sobre a realidade do estudo e da prática)

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Muitos equívocos permeiam o universo terapêutico do tarô. Esse breve texto procurar esclarecer alguns pontos ainda confusos na cabeça de pesquisadores, alunos e praticantes.

Quando se fala em tarô com abordagem terapêutica, verifica-se o paradigma ou crença de estabelecer a prática terapêutica apenas para indivíduos classificados como ‘doentes’. A natureza é deveras complexa para ser enxergada apenas pela via física (acompanhamento médico) ou psíquica (acompanhamento psicológico) – nós, seres humanos, somos um fenômeno de sensações que ocorrem simultaneamente em todos os planos (físico, mental, emocional e espiritual). Somos bombardeados, todos os dias, por pensamentos que, em sua maioria, constituem nossas preocupações, os quais levam, invariavelmente, a estados de estresse (o que perturba as emoções e espírito).

A condução terapêutica não dever ser enxergada como ‘práxis médica’ (ou ‘análise psicológica’ em si, substituindo o trabalho psicoterapêutico em consultório), encerra em si várias outras formas de ajudar o ser humano compreender a sua verdadeira natureza e tornar-se um ser melhor, mais harmonizado. Este indivíduo não precisa estar ‘doente’ na acepção da palavra – necessita que apenas seja orientado para não adoecer. O maior ganho nas terapias, principalmente nas alternativas ou holísticas, é prevenir ou preparar. Se você conversa com alguém e desabafa, constitui, aí, uma experiência terapêutica; se está se sentindo oprimido e vai receber carinho de um animal, se faz presente um ato terapêutico. Terapia é para o bem estar interior e não exclusivamente para o doente ou moribundo. É para quem é humano verdadeiramente e carece de força interior num dado momento.

Nesse caso, a utilização dos oráculos faculta aos usuários os meios para ajudar os indivíduos a compreender o motivo de suas dores íntimas. Vomitar informações sobre os consulentes é aparentemente fácil – o difícil é ajudá-lo a ser melhor do que quando entrou no atendimento. O uso do tarô, nesse caso, não é afixado, como muitos supõem (erroneamente), ao ato científico; não há interesse do tarólogo-terapeuta tornar sua prática reconhecida nos meios acadêmicos, apenas há a preocupação em gerar resultados que façam seus próprios consulentes constatarem o bom resultado do atendimento (assim como foi, por séculos, a prática da acupuntura).

O bom oraculista, hoje, não deve apenas apontar para onde segue o futuro – deve, antes de qualquer coisa, preparar o consulente bem para o presente; conscientizar (educar) o consulente sobre as escolhas que fez (e faz); estimular o indivíduo ao autoconhecimento para que a leitura não seja uma muleta e sim, uma catapulta para alavancamento pessoal; dizer a verdade de forma cuidadosa, pois o trabalho não deve ser fatalista e sim, um meio para a compreensão maior das crises e dificuldades. Não alimentar nem falsas esperanças e nem empurrar o consulente para o abismo é o ‘caminho do meio’.

O trabalho terapêutico com o tarô é, antes de mais nada, um ato libertador. É fazer entender que não há melhorias se não ocorrerem alterações nas atitudes pessoais. O grande amor não virá se não entender a má relação com um dos pais ou; o sucesso profissional não acontecerá se o indivíduo continuar se vendo como um fracassado. São algumas premissas para o grande salto de consciência.

“De origem grega, o termo thaerapia significa “servir a Deus”, se voltarmos no tempo veremos que para nossos antepassados a saúde era algo sagrado e aqueles que se dedicavam ao seu estudo formavam uma espécie de casta sacerdotal” (http://www.radiestesia.net/terapia-holistica/o-que-e-terapia-holistica).

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