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Taroterapia

Etimologicamente, o termo Terapia vem do grego Thaerapia que significa “Servir à Deus”. A prática terapêutica é antiga e concilia a ligação do homem com a natureza. Os primeiros terapeutas surgiram entre os egípcios, onde a prática de cura era dirigida através da força de suas divindades. Podemos incluir também os ritos xamãs que se difundiram pela antiga Europa. A Ordem dos Essênios possuía manuscritos que hoje ainda estão sendo traduzidos, com o título de “Thaerapéia”, que fornece técnicas de banho de imersão, a utilização da energia solar, a prática com minerais, etc. Os antigos gregos manifestavam grande interesse por trabalhos de cura utilizando os recursos naturais. Naturalmente, existia toda uma mística que envolvia essa prática, já que essa civilização dava muita importância aos sonhos, fenomenologias naturais, energia cósmica, cores e sons, animais, minerais, plantas, etc. O termo hoje é empregado pela medicina ortodoxa para designar algum tipo de tratamento e acompanhamento médico. Muitos foram os mitos que suscitaram-nos uma grande imaginação quantos as práticas terapêuticas da época; nesse aspecto, posso citar dois de interesse e um tanto populares: o mito de Asclépios e de Quíron. Aparentemente Asclépios (ou Esculápio, na versão romana), seria o patrono da medicina ortodoxa, se não fosse o fato desse personagem sair “ressuscitando os mortos” após adquirir o caduceu de Hermes e ser a seguir castigado pelos deuses por isso. Asclépios, seria assim considerado o primeiro terapeuta que simbolicamente “tira o estado mortificado que está em nós”. Já Quíron, sábio centauro, instruía os heróis em suas jornadas e era uma espécie de psicoterapeuta e conselheiro mitológico; dentre alguns “discípulos” de Quíron, posso citar: Héracles (Hércules), Jasão, Teseu, Perseu, etc. Conta o mito que Quíron ao juntar-se com Héracles na luta contra outros centauros, acaba por ser atingido por uma flecha envenenada na coxa, e como ele era um ser meio divino, passou a sofrer com a ferida que se formara e que nunca sarava. Parece que suas qualidades de curador, aumentaram a partir deste momento, significando que entendia melhor a dor por ter sua própria ferida. Pelo sofrimento impingido à ele, os deuses se comiseraram e transformaram-no na constelação do centauro. Assim é o terapeuta: cura a “ferida” dos outros por ter sua própria “ferida”. A terapia é toda forma de “cura da alma”, utilizando-se da palavra, energia, toque, movimento ou qualquer direcionamento e encaminhamento interior.[/vc_column_text]

Taroterapia

 

O Tarô por ser poderoso instrumento simbólico, ajuda-nos a compreender melhor nosso inconsciente. Como se fossem ganchos, as lâminas resgatam potenciais internos não explorados, invisíveis à consciência, ajudando-nos a reelaborar informações e orientar em algumas importantes questões pessoais. Utilizado há séculos como instrumento oracular, seu simbolismo não perdeu a forma para nós; pelo contrário, ele está mais vivo e atual como nunca, pois supre importantes lacunas impostas pelos males do mundo à nossa psiquê. Como surgiu o Tarô-Terapêutico? Como disse em Terapia , qualquer técnica que trabalha a “cura da alma”, torna-se automaticamente um apoio terapêutico. Nesse caso, ele é feito dentro de uma atmosfera simbólica, onde as imagens arquetípicas das lâminas, sugerem uma auto-avaliação ou uma profunda reflexão sobre nossa postura interior, quem somos, para onde vamos e o que queremos. Costumo acrescentar que os símbolos contidos no Tarô, são uma continuação de nossos sonhos, quando combinados em uma consulta particular, pois exprimem ali, todos nossos anseios secretos, nossos medos, nossas fugas, nossas incertezas, mas também, o antídoto para lidar com todas dificuldades e bloqueios impostos pelas frustrações, traumas e repressões. Notei com o tempo que não bastava apontar para os meus clientes o que viria logo a seguir, e nem o que ocorrera há muito… senti que era preciso conscientizar para viver bem o agora e preparar a pessoa para um futuro melhor. Ora, era preciso também um acompanhamento quase psicoterapêutico que “mantivesse viva a chama” de querer se superar e prosseguir corajosamente na jornada do auto-conhecimento. Daí, veio a necessidade dos recursos das Essências Florais, como combustível indispensável para sedimentar todo processo acima descrito. Os Florais reforçam a necessidade de nos melhorarmos e consequentemente nos apoia na dimensão psico-espirito-emocional ajudando no combate inclusive das ditas doenças psicossomáticas. A recomendação da consulta ser toda gravada, fechou plenamente o trabalho terapêutico, tranquilizando o cliente por ter todas informações em seu domínio e ao ouvi-las lembrando-o de seu pro-labore interior, ao mesmo tempo sendo uma garantia para a confirmação das previsões feitas nessa área.